Mostrar mensagens com a etiqueta Entrevista da Semana. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Entrevista da Semana. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Entrevista da Semana - Quadrada

Nesta "Entrevista da Semana" fica o testemunho de mais um "caloiro". Vi-o jogar pela primeira vez nuns jogos do Torneio Interno de Futsal da FDL o ano passado, e logo lhe falei do Futsal FDL. Prometeu que entraria para a equipa esta época e cumpriu. Concilia os nossos treinos com os da equipa de Futebol federado onde joga, o que mostra desde logo que além de talento tem uma enorme "fome de bola". Há quem o chame de "individualista", há quem diga que arrisca demasiado a finta "lá atrás". Uns chamam a essa atitude de insolência, eu prefiro chamar-lhe arte. Na minha opinião, uma das grandes promessas da equipa...Márcio, ou como ele gosta que lhe chamem: "Quadrada"!

- Futsal FDL (F): Quadrada, és caloiro no Futsal FDL e como tal é normal que ainda não estejas completamente integrado e familiarizado com a realidade da equipa. Ainda assim, que análise fases à equipa na vertente técnica e na união do grupo?
- Quadrada (Q): Bom, relativamente a vertente técnica penso que indubitavelmente temos valor para subir de divisão; temos claramente uma equipa com jogadores de grande qualidade e mais importante que isso com enorme ambição, ambição essa espelhada logo nos primeiros treinos em que participei .Contudo, essa ambição desmesurada à qual forçosamente advinha a união de grupo, creio que se desvaneceu um pouco por descuido de muitos elementos da equipa que por descuidos e impossiblidades de várias ordens se “baldaram” indiscriminadamente aos treinos nestes dois ultimos meses...aqui fica a crítica para futura reflexão...

- F: Jogas Futebol federado mas sei que já praticaste também Futsal. Queres partilhar connosco o teu percurso desportivo desde miúdo?
- Q: Pergunta que me obriga a ir ao baú de recordações... Iniciei o meu percurso na segunda divisão no clube do meu bairro quando era iniciado de primeiro ano onde tive duas épocas. Findas essas duas épocas, o Atlético de Odivelas, potência do Futsal "alfacinha" nas camadas jovens foi-me buscar onde joguei três anos, sendo que no segundo ano - ano que me marcou - fui capitão e fui convocado à selecção, onde estive três semanas em competição num dos momentos que mais me orgulho até agora. Daqui saltamos para o meu terceiro ano no clube, ano fatídico para mim pois à sexta jornada contraí uma lesão grave no joelho que me impossibilitou de jogar durante três anos, ou seja, até ao presente ano.

- F: Todos conhecemos os teus atributos como jogador. És tecnicista, tens um óptimo remate e nunca desistes de um lance. Mas gostava de saber mais sobre a tua visão do futsal. Qual é o teu modelo de jogo favorito, e em que posição é que achas que poderias servir melhor a equipa?
- Q: Pelo que percebi utilizamos um modelo de jogo onde defendemos na "linha 1" ou seja, numa linha defensiva o mais recuada possível, o que me parece uma boa solução se os mecanismos defensivos estiverem bem incutidos nas cabeças dos jogadores. Contudo, este sistema, se colocado perante uma equipa composta por jogadores que tenham uma boa "longa distância", ou seja, tenham um bom remate mesmo que colocados longe da nossa baliza pode-nos provocar bastantes problemas. Apesar de todos os modelos terem as suas lacunas e este que utilizamos seja bom, eu prefiro jogar em "quatro zero" a defender na linha cinco,ou seja, a “cair em cima deles” logo perto da área adversária, fazendo com que a equipa não tenha espaço nem tempo para construir, e posso te explicar esta opção mais detalhadamente: Tal como nós as equipas adversárias nao terão certamente muitos treinos para acertar mecanismos e com certeza não saberão sair de pressão convenientemente, sendo que penso que poderíamos aproveitar esse mesmo facto nos jogos mais decisivos, "sufocando-os" à partida.
Agora este mecanismo requer boa condição física dos nossos jogadores, e a julgar pela comparência aos treinos, não acredito muito que esta boa forma física seja uma realidade que se observe na nossa equipa. Quanto à minha posição, eu adoro jogar a fixo, mas na realidade desdobro-me bem em qualquer posição, excepto a guarda-redes claro (risos)!

- F: Ainda só jogaste um jogo esta época, contra Belas Artes (vitória por 3-1), mas deixaste desde logo a tua marca com um grande golo. Quais são os teus objectivos individuais a curto e a longo prazo?
- Q: Desejo o mesmo que tu certamente, isto é, desejo atingir a titularidade apesar de não poder treinar às sextas e ajudar o grupo a ganhar todos os jogos pois temos recursos humanos para tal. Quando me falas em longo prazo presumo que te estejas a referir aos anos vindouros... Relativamente aos anos que virão espero permanecer na equipa e juntamente contigo e com os restantes intervenientes da nossa equipa, sejam os jogadores ou treinadores conquistarmos “coisas engraçadas”. Acho sinceramente que ainda vamos atingir grandes prestações!

- F: Quem foram os elementos da equipa que mais te ajudaram na tua integração, e quais destacas mais como jogadores?
- Q: Reportando-me aos jogadores que já pertenciam à equipa, tu (Tudela) foste claramente o que mais se evidenciou na integração naquele grupo... também o Ciley e o João Luz, entre outros mas guardo para ti um papel de destaque relativamente a esta questão! De referir também o contributo dos "misters" Celso e Alma que são uns “porreiraços”. Agora na vertente de destaque a nível individual de jogadores - o que é tarefa complicada porque há muitos bons jogadores na equipa - enalteço-te a ti, o Tomás, Pauleta, Domingos, André e o também caloiro “Eskilo” que ainda se vai mostrar bastante útil.

- F: Tens treinos 4 vezes por semana no clube onde jogas e por isso só podes treinar connosco à quarta-feira. Como consegues aguentar fisicamente tanto esforço, e onde arranjas motivação para vires treinar, às vezes só com mais 4 ou 5 pessoas todas as quartas-feiras, quando podias estar a recuperar para os últimos treinos da semana da tua equipa?
- Q: Bom, esta questão é de resposta simples! Respondo-te com a minha “fome” de bola....podia ter crescido numa favela no Rio de Janeiro para ter desculpa para passar o dia inteiro a jogar futebol!! (risos)

- F: Estamos a chegar a Março. Os últimos 3 meses da época vão ser repletos de jogos em várias competições. Tens alguma ideia de como vais conseguir conciliar tantos treinos e tantos jogos de duas equipas?
- Q: Tenho ideia sim, pois nem que seja preciso faltar a algum treino no meu clube - com uma conversa prévia com o meu "mister" claro -, se sentir que a equipa necessita de mim, estou disponível para me sacrificar a nível fisico em prol da equipa, ou seja, quando o calendário estiver definido, dê por onde der, terei de arranjar forma de conciliar estudo e futebol seja no meu clube seja na nossa equipa de Futsal! Uma coisa é certa, com vontade e dedicação tudo se consegue e esta situação não será excepção...é uma promessa!

Directo e incisivo, tal como no campo, "Quadrada" fez esta "Entrevista da Semana" bastante interessante. Quarta-Feira, já com as orais terminadas, teremos em princípio o "primeiro" treino digno desse nome de 2008. Muito terá que ser trabalhado, pois dia 4 e consequentemente o jogo contra Agronomia aproxima-se! Até lá, Abraço a Todos!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Entrevista da Semana - Alma

Ainda não terminou a época dos exames e orais na FDL, contudo já lá vai praticamente um mês desde que recomeçaram os treinos.
A nossa primeira entrevista de 2008, tal como prometido é com Diogo Boa Alma, o nosso Treinador. Já é a sua segunda época como treinador, mas nesta entrevista irá abordar, sempre com a sua frontalidade, temas do seu passado não só como treinador mas também como jogador. Convosco, Almovic!

- Futsal FDL (F): Alma, após 4 anos em que defendeste, com muita honra e qualidade a baliza do Futsal FDL, viste-te em 06/07 perante muitos dos teus antigos companheiros de equipa, na qualidade de Treinador. Como foi essa sensação?
- Alma (A): Foi uma sensação estranha para mim. Sempre fui um jogador muito interventivo e, como também tinha mais experiência que a maioria dos outros jogadores era visto como um dos líderes da equipa. Sempre quis ser treinador desta equipa pelo que ela significa para mim, fiquei muito contente com o convite e assumi o cargo para dar o meu melhor. Foi estranho treinar amigos e custa sempre preterir uns para colocar outros a jogar, mas tentei sempre ser imparcial como era minha obrigação e os verdadeiros amigos perceberam a minha função e separaram o Alma treinador do amigo Alma.

- F: Durante essa época decidiste tomar algumas opções que geraram alguma controvérsia, como passar caloiros a titulares, e “encostar” alguns veteranos. Arrependes-te ou achas que era um meio necessário para a renovação da equipa?
- A: Foi uma época difícil, sucedi ao Marco que além de treinador era a verdadeira alma e símbolo do futsal e a espinha dorsal do grupo tinha deixado de jogar, o plantel passou a ser constituido por mais caloiros que veteranos e mesmo os “veteranos” tinham 1 ano de equipa e quase não tinham jogado!
Acho que cometi vários erros por inexperiência e por ter falta de apoio e de um grupo forte para integrar os novos e suprimir as minhas lacunas, mas acho que numa altura de renovação tão grande era difícil fazê-la de uma forma mais gradual e penso que este ano tamos a conseguir colher mais frutos dessa aposta.


- F: Passando para a época presente, achaste por bem dividir o lugar de Treinador com o Celso. O que é que te levou a escolheres o Celso de entre todos os nomes possíveis?
- A: O ano passado senti-me só porque tinha muitos jogadores e era dificil aproveitar ao máximo os treinos e fazer a equipa evoluir o que podia com uma pessoa a ajudar e o Karel, apesar do esforço enorme que fez, não teve hipótese de me acompanhar como eu desejava.
Este ano precisava de alguém a tempo inteiro e qualquer meu ex-companheiro reunia condições para o lugar, mas pensei bastante e vi que o Celso era o que tinha as características que a equipa precisava e a nossa amizade e cumplicidade resolveria todos os problemas que surgem numa liderança bicéfala. O Celso dedica-se como ninguém em todos os projectos, foi um exemplo na sua forma de estar em campo pela garra, humildade, capacidade de superação e amizade aos companheiros e tem todas as condições para conseguir transmitir esses valores à equipa e a minha escolha não se poderia ter revelado mais acertada.


- F: Como já é o teu 2º ano como Treinador podes fazer esta comparação conscientemente. Em que patamar achas que a equipa está, a nível técnico, táctico, psicológico quando comparada com a realidade que se vivia em Janeiro do ano passado?
- A: Até há um mês atrás eu daria uma resposta, hoje dou outra. Penso que as derrotas no final do ano passado abalaram a confiança das pessoas, o que aliado à paragem para férias fez com que a equipa entrasse na época a jogar menos bem do que já fizera, mas depressa recuperou as suas rotinas com o decorrer dos treinos e, na minha opinião estava num grande momento antes do Natal, com maior cumplicidade entre as pessoas e um conhecimento mútuo que se reflectia na produção dentro de campo.
Com a alteração do calendário escolar via Bolonha, a equipa não faz um treino decente há mês e meio, as pessoas desleixaram-se nas férias e mostraram pouca dedicação à equipa ao não comparecer e isso vai-se reflectir no nosso jogo. Estou desiludido com a falta de dedicação, com honrosas excepções, e isso pode custar-nos os objectivos que tanto ambicionamos e que estavam ao nosso alcance!


- F: Falando do Futsal em si. Eras Guarda-Redes, posição fulcral na quadra. Quais são para ti os aspectos mais importantes (e pode servir isto como conselho aos teus “sucessores”) que um GR tem de trabalhar para desempenhar bem a sua função, que hoje em dia, além de ser defender as redes, passa também por organizar a equipa defensivamente e ser um importante vector no contra-ataque?
- A: A posição de guarda-redes é especial e temos de ser apaixonados por ela e pelo jogo em si para a escolhermos, pois é extremamente ingrata, todos podem falhar, menos os GR e isso é uma grande pressão. Por outro lado no futsal o GR é mais importante que no fut-11, é “meia equipa” porque é muito mais solicitado.
Penso que, para ser bom, um GR tem de perceber muito bem o jogo, tem de ter presença, colocação e agilidade, mas deve também ser um líder e ser respeitado pelos outros, porque tem de falar constantemente com os companheiros para corrigir a sua colocação e tem de ser ouvido por eles. Por outro lado, uma equipa confiante no seu GR tem mais capacidade para se libertar e jogar melhor futsal.


- F: Estamos envolvidos em 3 frentes: CUL, TUL e Taça ADESL. Quais são os objectivos e expectativas (e não falo aqui a nível de classificação, pois esses terão que ser vencer) que tu e o Celso têm traçados para a equipa em cada uma dessas competições?
- A: Devemos pensar em ganhar todos os jogos, jogo a jogo como se diz na gíria futebolística. De qualquer forma temos objectivos e eles passam sempre pela subida de divisão e pela vitória no TUL e na taça, sendo que nessas duas últimas competições queremos dar maior rotatividade e preparar o futuro da equipa, dando oportunidade aos mais novos e aos mais dedicados. Devemos sempre ser ambiciosos no desporto, pelo menos essa é a minha maneira de estar.

- F: Se tivesses que eleger, quais classificarias como o Melhor e o Pior momento que viveste na equipa como jogador, e a mesma coisa agora enquanto Treinador?
- A: Como jogador o melhor momento é impossível de destacar, foram tantos, foi cada treino e jogo que fiz pela equipa. Como piores momentos destaco lógicamente o jogo em que perdemos a subida de divisão no culminar de 4 anos de dedicação em que falhei aos meus melhores amigos na promessa que lhes fiz de subirmos juntos. Destaco também o último jogo que fiz, na Holanda, e o momento em que fui substituido e fui sozinho para um canto chorar como um menino por saber que era a última vez para mim!
Como treinador o melhor momento foi o dia em que dei o 1º treino e realizei esse sonho. O pior não foi a não subida de divisão, como se poderia pensar, porque fomos inferiores ao nosso adversário e a equipa é jovem, foi apenas o ano zero deste projecto, estamos em construção e vamos consegui-lo mais cedo ou mais tarde. O pior para mim foi a divisão que se viveu no balneário o ano passado, não é essa a nossa forma de estar e o espírito ímpar que aquela equipa sempre teve deve prevalecer sobre tudo mais.


Foi a primeira "Entrevista da Semana" de 2008. Como estou (novamente) lesionado não poderei estar nos treinos nas próximas semanas. Ainda assim tentarei pôr um novo testemunho para a semana. Abraço a todos, e até à próxima!

A Equipa de Futsal da Faculdade de Direito de Lisboa

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Entrevista da Semana - Celso

Antes de mais quero pedir desculpa pelas semanas em que não houve "Entrevista da Semana", mas com as frequências que todos tivemos não houve tanta disponibilidade para isso.
Nas Férias de Natal, o movimento do Blog será mais reduzido, e por isso as entrevistas só aparecerão novamente com o recomeço dos treinos. Após os testemunhos do Eskilo, do Domingos, do Pedro e do Tomás, viramo-nos agora para os responsáveis pela nossa equipa.
A primeira entrevista de 2008 será feita ao Alma, enquanto que hoje, última de 2007 apresentamos o testemunho de um antigo fixo desta equipa e que hoje é Nosso Treinador. Nem Mister, nem Senhor: Para a família do Futsal FDL em que ele se insere, ele é apenas Celso.

- Futsal FDL (F): Celso, foste jogador desta equipa durante 4 anos. Viveste todos os sucessos e insucessos desta equipa dentro de campo durante essa altura. Agora o papel inverteu-se, és Treinador. Quais são as principais diferenças que notas entre viver os treinos e os jogos lá dentro e vive-los agora do lado de lá das 4 linhas?
- Celso (C): A principal diferença tem a haver com a responsabilidade. Quando era jogador tinha a responsabilidade de me aplicar nos treinos e nos jogos para melhorar e ajudar a equipa a ganhar, de ser competitivo, ouvir o treinador etc. Enquanto treinador, a responsabilidade é de outro tipo: preparar o treino, ter em conta aspectos psicológicos e diferentes personalidades, etc. Nos jogos, sofre-se o mesmo pela equipa, só que, enquanto treinador a ponderação tem que ser maior. É claro, e tem que se tentar ser o primeiro a dar o exemplo, no respeito para com todos. Coisas que, enquanto jogador, com os adversários e árbitros, me passavam um pouco ao lado.

- F: Quais foram as principais razões que te levaram a aceitar o convite do Alma para te juntares a ele na Equipa Técnica desta equipa?
- C: Primeiro que tudo, aceitei o convite porque era o Alma a me convidar. Não só pela nossa amizade mas também, como já disse antes, por ter a convicção que ele é a pessoa certa no lugar certo. Depois, e não menos importante, sentia saudades dos treinos e do ambiente dos jogos (o ano passado, a sofrer por fora, foi difícil) e, claro, dos amigos que cá estão.

- F: O que é que sentiste no 1º treino que orientaste nesta equipa? Ficaste de alguma forma ansioso, ou sentiste-te já plenamente integrado e em família apesar de nunca teres chegado a jogar com a grande maioria dos jogadores que hoje jogam pelo Futsal FDL?
- C: Quando uma pessoa quer dar o seu melhor normalmente está sempre expectante daquilo que poderá acontecer, ainda para mais os treinos demoraram a começar. Contudo, isso no primeiro treino passou logo. O pessoal do futsal, sempre foi, na sua esmagadora maioria, “boa gente”, que sabe receber bem novos treinadores e jogadores. Se juntarmos a isto, o facto de já ser amigo de alguns jogadores, então posso dizer que até foi bem fácil a reintegração. Além disso, havia pessoal que não conhecia e que é pessoal espectacular.

- F: Deves na tua cabeça provavelmente comparar muitas vezes o estilo de jogo, as capacidades dos jogadores, o espírito de grupo, etc da tua época com o que se passa hoje na equipa. Quais as principais semelhanças e diferenças?
- C: A táctica com que jogamos agora é diferente da anterior, logo o estilo de jogo é diferente. A capacidade técnica individual dos jogadores, é em média, na minha opinião, um pouco superior à do meu tempo. Apesar de, tal como no meu tempo, existir dentro do plantel uma grande diversidade: jogadores desequilibradores, jogadores cumpridores e de extrema utilidade e jogadores que têm que evoluir ainda mais para poderem fazer parte das primeiras escolhas. O que importante é que todos juntos formem um bom grupo. Quanto ao espírito desse grupo é um pouco diferente. Mas, o espírito não tem que ser igual ao anterior (como já disseram numa entrevista neste blog), porque se fosse igual não era genuíno e seria muito artificial. Cada geração é uma geração. As pessoas são diferentes portanto, logo por aí, o espírito tem que ser diferente. Deve ser o próprio grupo a criar, naturalmente, o seu espírito.Há valores, no entanto, que fazendo parte desse espírito, devem passar de geração em geração, como por exemplo, o respeito pelos colegas, isto é, nem todos têm que ser amigos (apesar de, na nossa equipa o habitual foi sempre o pessoal ser amigo), têm é que se respeitar nos treinos e jogos. E aí, é onde os treinadores e os jogadores mais velhos podem ter papel importante. Mas, esse espírito continua a ser criado de um modo natural, a equipa ainda é jovem e vai ainda estar mais alguns anos junta a defender as cores da FDL.

- F: Imaginando que eras Treinador da melhor equipa do Mundo de Futsal, com jogadores bons para todas as posições. Qual o teu modelo de jogo preferido e que em consequência tentarias implementar?
- C: Esta pergunta é um pouco difícil de responder. Penso que teria que ter um muito maior conhecimento, não só a nível táctico, mas também daquilo que deve ser a condução de uma equipa que, nesse caso, seria profissional. Bem como, conhecer bem os vários jogadores. Só depois poderia escolher a táctica que conseguisse tirar o maior rendimento das diversas características do plantel e da própria natureza da competição em que estivéssemos envolvidos. Isto para não cair no “treinador de bancada”, que existe dentro de nós.

- F: Qual é o balanço que fazes destes primeiros 3 meses como Treinador da Equipa de Futsal da FDL? Quais os aspectos mais positivos e quais os que se devem melhorar?
- C: O balanço não pode deixar de ser positivo. É claro que, há muitas coisas a melhorar em todos os aspectos do treino, mas vamos ter ainda tempo antes dos próximos jogos e, de qualquer maneira, isso serão aspectos que falaremos nos próprios treinos.A nível geral, um aspecto muito positivo que quero destacar, foi a integração dos caloiros. Passa um pouco por aquilo que já disse, que o pessoal sabe receber bem, mas também todos os que entraram e têm levado isto a sério são pessoas “5 estrelas”.Por outro lado, uma situação que temos de melhorar é alguma falta de apoio nos jogos do resto do pessoal que não foi convocado. Eu sei que tem havido frequências e que antigamente, por vezes, também era assim, mas lá está, as coisas não têm que ser como antes. É muito importante que aqueles que jogam sintam a presença e apoio dos colegas, é motivador, além de enfraquecer o nosso adversário. E, como temos dito, um dia os não convocados serão convocados e , de certeza, que também necessitarão desse apoio. Mas, ainda só tivemos um jogo a doer, tenho a certeza que nos próximos jogos as presenças serão em maior número.

- F: Para finalizar e a título de brincadeira: Pegando em todos os jogadores que já passaram pelo Futsal FDL ao longo dos anos, vou-te pedir para fazeres 2 convocatórias: Uma que reuniria os 10 melhores jogadores de Futsal que passaram pela Equipa e outra que reuniria os 10 maiores portadores de Mística.
- C: Talvez não consiga convocar os 10 melhores jogadores e os 10 portadores da mística, até porque alguns iriam repetir a convocatória. Mas, não querendo fugir à pergunta, uma equipa com base somente naqueles que já não estão em actividade, que eu tenho a certeza que convocaria e que defenderia (e defendeu) muito bem as nossas cores em qualquer jogo seria: Alma e Zé Costa (GR); Miguel e Alex (Fixos); Karel, Monteiro, Mário e André Fonseca (Alas); Manu e Castro (Pivots). Se juntarmos a estes 10, claro, o Alves (universal), Zé Luis (fixo), Nuno Coelho (ala), Eddie (ala, pivot) e o Marco como Treinador, penso que estariam todos aqueles, que, na minha opinião, mais contribuíram para que o Futsal fosse o que é hoje. Neste grupo podemos encontrar excelentes executantes de futsal, grandes jogadores de equipa, pessoal que tinha “mística” para “dar e vender” e uma pessoa que nos sabia conduzir como ninguém.

Foi a última "Entrevista da Semana" de 2007. Agradecemos ao Celso a sua disponibilidade e sinceridade que contribuiu para uma entrevista bastante positiva. Abraço a Todos e até à Próxima.

A Equipa de Futsal da Faculdade de Direito de Lisboa

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Entrevista da Semana - Tomás

Estamos prestes a começar a época no que toca a jogos oficiais, sendo assim, em vez de procurar um caloiro, o Futsal FDL quis para esta "Entrevista da Semana" alguém que pudesse dar o mote para o início do campeonato de forma motivadora.
Apresentamos hoje um jogador que apenas faz a sua 2ª época como jogador da Equipa, já é Sub-Capitão e na época passada ganhou o prémio de "Jogador Revelação". Utilizará o nº9 que o acompanhou quando jogava federado, apresentamos assim Tomás Morais.

- Futsal FDL (F): É apenas a tua segunda época na equipa e já és visto como um dos maiores lideres da equipa, dentro e fora do campo. Onde vais buscar essa capacidade de liderança?
- Tomás (T): Acho que se as pessoas me vêm como um líder naquela equipa, isso deve-se quase a 100% ao empenho e dedicação que meto tanto nos treinos como depois nos jogos. Procuro sempre ter essa atitude e contagiar o resto das pessoas com essa vontade de ganhar porque foi assim que cresci e me desenvolvi no desporto e só comportando-me desta forma é que consigo ter prazer em jogar ou a fazer o quer que seja.
É pena que nem sempre consiga transmitir esta ambição da forma mais correcta, confundindo as pessoas, que por vezes acham que grito ou falo com outro colega não para o ajudar mas para o "deitar abaixo"...


- F: És um Fixo, à partida um elemento mais recuado no campo, e na época passada foste o melhor marcador da equipa. A tua motivação depende desses muitos golos ou ja é algo banal para ti marcar?
- T: Não acho que tenha de haver uma relação directa entre ser fixo e marcar poucos golos ou só defender, antes pelo contrário! Hoje em dia cada vez mais uma posição em campo é algo relativo, no Futsal acho que um jogador tem mesmo de ser capaz tanto de defender como de atacar, seja em que posição for. Em relação aos golos, como é óbvio é sempre bom marcar e fico feliz quando o faço, sou capaz até de perder tempo com o Tudela a discutir se o golo foi bonito ou não mas a minha motivação não passa pelos golos até porque não os marco sozinho, e se não fosse o esforço de todos, se calhar não marcava era nenhum. Ver toda a equipa a correr, a jogar e dar tudo é que realmente me motiva.

- F: Como disseste ha pouco, às vezes és mal interpretado nas tuas tentativas de galvanizar a equipa ou algum jogador em especial. Nessas situações em que só apetece desistir de ter essa atitude, quem foram/são as pessoas que mais te apoiam na equipa?
- T: Em primeiro lugar tenho de falar do Alma. Ele é o nosso treinador e desde o 1º dia deu-me total confiança para eu me assumir. Sem dúvida que sem o apoio dele eu não ia ser capaz de fazer o que faço. Em relação ao resto das pessoas, também existem jogadores que me ajudam e são mto importantes para mim: O Tudela desde logo que é como um irmão para mim dentro e fora de campo. sem ele é sempre díficil de encarar os problemas. O pedro pela sua qualidade e confiança que me dá, o Pauleta por ser um guerreiro nato e por sempre se ter esforçado para que eu me sentisse bem naquele grupo, tal como o Carlão que às vezes funciona como um irmão mais velho que nunca tive.
Não posso ainda esquecer o João Alves que já não joga, mas que estará sempre comigo e para mim é impossível esquece-lo, ele é o meu padrinho e todos os golos que marcar, tudo o que de bom fizer este ano dedico-lhe a ele, pelo amigo que foi e é.


- F: Tu no teu dia-a-dia és uma pessoa calma, reservada e bem-disposta. No campo assumes o comando, dás o peito às balas e ignoras totalmente o adversário, mesmo que esteja lá o teu ídolo a jogar. Achas que há uma discrepância assim tão grande entre a tua maneira de ser e a tua maneira de jogar? Se sim, quando é que se dá o “clic” em que passas de Tomás Morais para Tomás “o Capitão”?
- T: Essa é uma grande pergunta. É verdade que sou uma pessoa calma e reservada, mas não é por isso que deixo de fazer as coisas à minha maneira, sem ligar muito ao que os outros dizem ou pensam. Acho que a jogar acabo por levar esse "egoísmo" para o jogo: em campo sou igual a mim mesmo, gosto de me assumir jogar como quero e isso passa por ter a atitude que referiste na pergunta.
Não consigo estar condicionado por nada, jogar é meter aquilo que sabemos independentemente de contra quem é ou de quem está de fora; quando consegues estar tranquilo a esse ponto é tudo mais fácil, tal como no dia-a-dia... Temos de ser capazes de nos expressar seja de que forma for.


- F: Certamente quando pensas no teu desempenho traças objectivos para ti próprio e imaginas objectivos para a equipa. Queres revela-los?
- T: Os meus objectivos são os objectivos da equipa e passam por subir de divisãoe ganhar as outras competições em que estivermos envolvidos.

- F: Falaste em subir de divisão. No ano passado estivemos muito perto. O que achas que falhou e que devemos corrigir para este ano não passarmos pela mesma frustração?
- T: É verdade que estivemos muito perto de subir e não conseguimos, já vi o nosso falhanço ser reconduzido a árbitros, à sorte a uma série de factores. Sou sincero, fico preocupado quando vejo esse tipo de atitude, acho que só não subimos por culpa nossa, não vou agora enunciar momentos em que algo falhou porque este não é o espaço correcto para tal, mas que esses momentos existiram é verdadee ou somos capazes de nos mantermos concentrados e fiéis àquilo em que acreditamos até ao fim, ou nos sujeitamos à pressão de certas pessoas e factores e aí acho nos vamos desiludir mais uma vez.

- F: Estamos apenas a 2 dias do 1º jogo do campeonato. Nervoso? Ansioso? Que mensagem queres deixar aos convocados, aos treinadores e àqueles que estarão lá a apoiar?
- T: Acima de tudo, estou com imensa vontade de jogar esse jogo. Não escondo que também possa estar ansioso, por este ser o 1º jogo e nem tudo estar a 100%, mas também estou confiante que tudo vá correr bem e a mensagem mais sincera que posso deixar a todos é exactamente esta, que tenho confiança nos meus colegas e nos treinadores. Acho que se eles acreditarem nisso vencemos qualquer equipa.

Esta foi a mais longa e talvez a "Entrevista da Semana" em que se ficou a conhecer melhor o entrevistado. Para a semana, já com um jogo disputado, falaremos com um dos protagonistas desse jogo que disputaremos já na Terça-Feira às 18:45 no Polidesportivo 3. Abraço a todos, até à próxima!

A Equipa de Futsal da Faculdade de Direito de Lisboa

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Entrevista da Semana - Pedro

Pedro Alves, Soneca, como quiserem... O herdeiro do número 14 de Markovic (antigo jogador e treinador!). Um Ala rápido, esforçado, humilde. Seria assim que descreveria o Pedro se me pedissem. Nesta "Entrevista da Semana" o Pedro vai dar a conhecer um pouco mais de si e dar a sua opinião sobre a selecção portugesa no Europeu entre outras coisas. É já a sua 3ª época na equipa e é sem dúvida um elemento muito importante no plantel.

- Futsal FDL (F): Pedro, já fiz esta pergunta ao Domingos, quais são as principais diferenças que encontras entre o teu 1º ano e a presente época na equipa?
- Pedro (P): São duas realidades totalmente diferentes. No meu primeiro ano deparei me com um grupo já formado, unido, facilmente equiparado a uma família. Felizmente a adaptação foi muito fácil tornando me parte dessa família. Este ano o grupo está a ser formado, está ainda a procura da sua identidade. Acho que não se deve tentar implementar o espírito que havia no meu primeiro ano. Cada grupo tem a sua identidade o seu espírito e estamos a criar o nosso. Mas não é apenas no espírito que diferem os grupos. Também o estilo de jogo e a mentalidade de jogo mudaram muito.

- F: Como jogador, o que achas que podes oferecer a equipa?
- P: Esforço e dedicação acima de tudo.

- F: Quem são as tuas referências desportivas, e quem teve esse papel na equipa?
- P: Nunca houve nenhuma “vedeta” do mundo desportivo que eu tenha encarado como referência, mas na equipa os jogadores que mais contribuíram para a minha evolução foram sem dúvida o Pauleta e o Karel.

- F: Esta entrevista calha mesmo no final do Europeu de Futsal. O que achaste da prestação de Portugal e quem para ti foi o melhor jogador da prova?
- P: Portugal superou as minhas expectativas, principalmente no jogo com a Espanha em que fez um jogo perfeito falhando apenas nos últimos minutos. É me impossível destacar apenas um jogador. Gostei de ver o “russo” Cirillo, assim como o espanhol Kike, e claro o “nosso” Ricardinho, nem que seja pelo golo fenomenal contra a Espanha.

- F: Tens uma alcunha no Futsal: “Soneca”. Como surgiu essa alcunha e enquadras-te nela?
- P: Esta alcunha surge da minha maneira de ser e de estar no campo. Para além de ser uma pessoa algo preguiçosa (risos); parece que muitas vezes durante as partidas “adormeço” e deixo me passar ao lado do jogo.

- F: O quê e quem é que destacas na equipa de Futsal este ano?
- P: Neste início de época destaco não só a excelente integração dos caloiros e o espírito que estamos a conseguir criar à volta da equipa, mas também o Domingos que se afigura como um excelente capitão e o Tomás que é líder dentro de campo.

Foi assim que Pedro respondeu às perguntas do Futsal FDL, com sinceridade. Esta "Entrevista da Semana" mais uma vez chegou com um dia de atraso por isso, ainda esta semana, tentarei por mais uma, sendo que voltaremos a falar com um caloiro muito provavelmente. Abraço a Todos, até à próxima!

A Equipa de Futsal da Faculdade de Direito de Lisboa

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Entrevista da Semana - Domingos

Esta "Entrevista da Semana" chega com uns dias de atraso, mas valeu a espera. Depois de um caloiro, o Futsal FDL foi à procura de alguém com mais "calo" nesta equipa.
Assim apresentamos o Nosso capitão, o pivot Luís Domingos, que este ano envergará a camisola nº7 da nossa equipa, que com um discurso forte e articulado, aponta principalmente para factores que são jogados fora da Quadra de jogo.

- Futsal FDL (F): Domingos, esta é já a tua 4ª época no Futsal da FDL, quais as maiores diferenças entre o teu primeiro ano e este?
- Domingos (D): As diferenças são enormes, principalmente, em termos de espírito de equipa. Há 4 anos tínhamos um grupo muito forte, muito unido, um grupo de amigos que estava sempre junto, dentro e fora de campo. Como equipa éramos um mundo à parte, uma família, no verdadeiro sentido da palavra. Para algumas pessoas, principalmente as que não eram de Lisboa a equipa de futsal era realmente “a família”… Isso foi-se perdendo com todas as entradas e saídas, como é natural, a equipa de hoje é muito diferente do que era na altura, metade da equipa já saiu, mas esse não pode deixar de ser o objectivo para esta época, voltar a criar esse espírito…

- F: Foste eleito este ano Capitão de Equipa. Como encaras essa honra/responsabilidade?
- D: Como tu dizes é uma honra ser capitão desta equipa. Está na altura de retribuir tudo o que a equipa me deu e passar a ter uma responsabilidade acrescida, mas é uma situação que encaro com naturalidade. Já fui capitão de uma equipa de futebol 11, quando jogava, portanto não é, de todo, uma experiência nova para mim.

- F: Como jogador, certamente tens pontos mais fortes ou "mais fracos". Para ti, quais são os principais?
- D: Costumo preferir deixar aos outros a avaliação, mas em traços gerais posso dizer que sou um jogador rápido, com um bom remate e um bom poder de finta. Como ponto negativo, a resistência, ou a falta dela, costuma ser uma constante...

- F: És um pivot e como tal gostas de marcar golos, no ano passado no conjunto de todas as competições marcaste 9. Tens algum objectivo nesse campo para esta época?
- D: Não, não tenho nenhum objectivo específico nessa matéria. O ano passado marquei 9 golos, há dois anos marquei mais do que isso só no TUL e fui o melhor marcador do torneio, mas isso diz-me muito pouco. É claro que é bom marcar golos, mas o importante são os objectivos da equipa. Se a equipa chegar ao fim com os objectivos cumpridos o número de golos não interessa nada.

- F: Para ti, quais são os fundamentos mais importantes no Futsal? Tens algum estilo de jogo favorito que te beneficie mais?
- D: O nosso estilo de jogo habitual favorece-me o suficiente, é claro que enquanto pivot gostaria de um estilo mais directo para o pivot, mas a equipa não se faz de um jogador... De resto qualquer esquema ou alteração que os treinadores adoptem terão sempre o meu apoio. Nesta equipa até jogo a guarda-redes se for preciso!

- F: Finalmente, como capitão queres deixar alguma mensagem à equipa?
- D: Como mensagem à equipa queria reiterar a ideia de que o objectivo para esta época não pode ser, como tenho ouvido dizer, subir de divisão. O objectivo é criar um grupo, um grupo forte, unido. Um grupo de amigos. Não estou a dizer que vamos entrar nos jogos para perder, eu não gosto de perder nem a brincar, vamos entrar em cada jogo para ganhar, mas o objectivo principal tem de ser criar um balneário, voltar a incutir a mística que esta equipa sempre teve, em cada caloiro, em cada um de nós. É este que tem de ser objectivo para esta época.

Pode-se retirar muita coisa desta entrevista, deixo as interpretações e comentários para cada membro da equipa. Quero agradecer a disponibilidade do Domingos por nos ter concedido esta entrevista. Como esta "Entrevista da Semana" devia ter aparecido a semana passada, deverá aparecer mais uma até ao final desta, que será feita a um jogador da "Geração Intermédia" da nossa Equipa. Abraço a Todos e até à próxima.

A Equipa de Futsal da Faculdade de Direito de Lisboa

sábado, 10 de novembro de 2007

Entrevista da Semana - "Eskilo"

O FUTSAL FDL dá hoje início à rubrica "Entrevista da Semana", sendo que achámos que a primeira deveria ser feita a um caloiro, a um membro novo da equipa que se tenha destacado neste primeiro mês de treinos.
O seu nome é Nuno Pássaro, tem 19 anos e nasceu em Lisboa. No futsal joga como Ala, e gostaria de ser o nº 17 na Equipa. Apresentamo-vos Nuno Pássaro, ou como todos o conhecemos: Eskilo.

- FUTSAL FDL (F): Eskilo, passou 1 mês desde o primeiro treino que fizeste nesta equipa. O que estás a achar do Futsal da FDL?
- Eskilo (E): Vim encontrar aqui aquilo que pensava que só havia no Colégio Militar, ou seja um grande espírito, forte, único e cativante. Perante isto, a integração no grupo só podia ser Excelente.

- F: Queres contar-nos o teu percurso no Desporto, particularmente no Futsal?
- E: Até aos 18 anos, joguei sempre Futsal na equipa do Colégio Militar no Desporto Escolar, e no meu último ano de júnior joguei no Sassoeiros, na 1ª Divisão Distrital de Lisboa. Por motivos de força maior tive que deixar o Futsal a esse nível e passar apenas a jogar pela Faculdade.

- F: Como te caracterizas como jogador?
- E: Sou um criativo! Sou um jogador muito forte no "um para um" e quando estou em forma a minha melhor arma é certamente a imprevisibilidade.

- F: Que objectivos tens para este ano no Futsal da FDL?
- E: O meu principal objectivo é ajudar a todos os níveis a Equipa da FDL a subir à 1ª Divisão!

- F: Que elementos do grupo te têm ajudado mais na tua integração?
- E: No cômputo geral todos foram importantes, mas quem mais se destacou foram sem dúvida o Tudela, o Tomás e o Ratão!

- F: E a nível de Futsal, que jogadores destacas nesta equipa?
- E: Temos muitos bons jogadores, mas os elementos que destaco são o Tudela, o Tomás e o Domingos.

Foi assim que se processou a 1ª "Entrevista da Semana", sendo que na próxima será entrevistado um jogador que já conheça melhor o Futsal da FDL! Abraço a Todos e até breve!

A Equipa de Futsal da Faculdade de Direito de Lisboa